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Por Que Os Crentes Perseveram |
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Por Charles Spurgeon. Tradução por Editora Fiel.
A esperança que enchia o coração do apóstolo Paulo a respeito dos crentes de Corinto, conforme já sabemos, estava repleta de consolação para aqueles que se mostravam temerosos quanto ao futuro dos membros da igreja em Corinto. Por que o apóstolo acreditava que os crentes de Corinto seriam confirmados até ao fim?
Devemos observar que ele apresentou as suas próprias razões.
“Fiel é Deus, pelo qual fostes chamados à comunhão de seu Filho Jesus Cristo”. 1 Coríntios 1.9
Paulo não disse: “Vós sois fiéis”. A fidelidade do homem é bastante desconfiável; é pura vaidade. O apóstolo também não disse: “Vós tendes ministros fiéis para guiar-vos e instruir-vos. Por isso, creio que estais seguros”. Não! Se somos guardados pelos homens, na realidade nunca seremos guardados. Paulo afirmou: “Deus é fiel”. Se somos fiéis, isto acontece porque Ele é fiel. Toda a nossa salvação descansa na fidelidade de nosso Deus da aliança. Nossa perseverança se fundamenta neste glorioso atributo de Deus. Somos instáveis como o vento, frágeis como a teia de aranha, volúveis como a água.
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Por Mark Dever. Tradução por Editora Fiel.
Pastores sempre me perguntam: “Como fazer para que minha igreja mude?” Muitos ministros têm alienado suas igrejas na tentativa de promover mudança; a tal ponto de alguns serem afastados do ministério.
Mesmo assim, como pastores, temos de levar nossas igrejas a mudanças, muito embora isto possa tornar-se difícil. Aqui estão algumas sugestões sobre como promover mudança: ensinar, permanecer e amar.
Ensine a mudar
Primeiro, nossas idéias para aplicar em nossas igrejas deveriam vir da Escritura. Isso faz do púlpito a ferramenta mais poderosa para mudar uma igreja. A pregação expositiva constante é um meio que o Espírito Santo normalmente usa para falar aos corações humanos.
Ore para que através de sua pregação, Deus venha a ensinar a igreja como ela precisa mudar. É impressionante a frequência com que nós, pastores, queremos consertar os problemas, antes de termos tempo para explicá-los!
Muitos pastores tentam forçar a mudança em suas igrejas – quase sempre defendendo tais medidas como atribuição da liderança – quando deveriam informar a igreja a respeito da mudança pretendida. Irmãos, devemos alimentar o rebanho confiado ao nosso cuidado e não bater nele. Ensinem o rebanho.
Mesmo que a mudança que você vislumbra seja correta, ainda há a questão de o tempo ser ou não adequado. Ser correto não é uma licença para uma ação imediata, o que me leva ao segundo ponto.
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Tradução por Editora Fiel. Uma Parte da série Fe Para Hoje
Somos incapazes de realizar o mais humilde ato da vida cristã, se não recebemos de Deus o vigor do Espírito Santo. Com certeza, meus irmãos, é nestas COISAS PEQUENAS que geralmente percebemos, acima de tudo, a nossa fraqueza. Pedro foi capaz de andar sobre a água, mas não pôde suportar a acusação de uma criada. Jó suportou a perda de todas as coisas, porém as palavras censuradoras de seus falsos amigos (embora fossem apenas palavras) fizeram-no falar mais amargamente do que todas as outras aflições juntas. Jonas disse que tinha razão em ficar irado, até à morte, A RESPEITO DE UMA PLANTA.
Você não tem ouvido, com certa freqüência, que homens poderosos, sobreviventes de muitas batalhas, foram mortos por um acidente trivial? John Newton disse: “A graça de Deus é tão necessária para criar no crente a atitude correta diante da quebra de uma louça valiosa como diante da morte de um parente querido”. Estes pequenos vazamentos precisam dos mais cuidadosos tampões. Nas coisas pequenas, bem como nas coisas grandes, o justo tem de viver pela fé!
Crente, você não é suficiente para nada! Sem a graça de Deus, não pode fazer coisa alguma. Nossa força é fraqueza — fraqueza até para as coisas pequenas; fraqueza para as situações fáceis, bem como para as complexas; fraqueza nas gotas de tristeza, como também nos oceanos de aflição. Aprenda bem o que nosso Senhor disse aos seus discípulos: “Sem mim nada podeis fazer” (João 15.5) |
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O orgulho e a alegria de um Pastor |
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por Mike Renihan
“Estou tão orgulhoso de vós,” disse o pastor aos seus filhos. “Portaram-se bem. Estou tão orgulhoso de ser vosso pai.” Comparai esta afirmação com as palavras de outro pai dirigindo-se ao seu filho especial: “És o Meu Filho muito amado; em Ti pus todo o Meu enlevo” (Lucas 3:22). Há alguma diferença?
Creio haver toda a diferença do mundo. Inconscientemente o pastor ensina aos seus filhos que o orgulho é bom – “O vosso objectivo na vida é fazer de mim um papá orgulhoso.” Mas Deus elogia o Senhor Jesus Cristo pois Ele trouxe alegria ao Seu Pai – o Seu objectivo principal foi e continua a ser glorificar Deus e desfrutar da sua companhia para sempre.
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por Augustos Nicodemus em Teologia Brasileira
“Equiparar as narrativas bíblicas aos mitos pagãos é validar a mentira e a falsidade em nome de Deus; é adotar uma mentalidade pagã e não cristã”
Os liberais sempre estiveram certos. Há mitos na Bíblia. Mitos eram abundantes no mundo religioso do Antigo Oriente ao redor de Israel, bem como nas religiões à época da Igreja apostólica do primeiro século. Por conseguinte, os escritores bíblicos registraram vários deles em suas obras.
No Antigo Testamento encontramos vários desses mitos. Há a crença dos cananeus de que existiam deuses chamados Astarote, Renfã, Dagom, Adrameleque, Nibaz, Asima, Nergal, Tartaque, Milcom, Astarote, Renfã e Baal. Sobre este último, há o mito de que podia responder com fogo ao ser invocado por seus sacerdotes. Há também o mito egípcio de que o Nilo, o sol e o próprio Faraó eram divinos; o mito filisteu do rei-peixe Dagom; e que o Deus de Israel precisava de uma oferta de hemorróidas e ratos de ouro para ser apaziguado. Para não falar do mito cananeu da Rainha dos Céus, que exigia incenso e libações (bolos) dos adoradores (Jeremias 44.17-25).
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O Pastor e o Seu Púlpito - Integridade Ministerial |
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por Albert N. Martin em Ligonier Ministries “A vida de um ministro é a vida de seu ministério.” Este provérbio é tão verdadeiro hoje quanto sempre foi. De fato, integridade ministerial é um elemento indispensável para que se sustente qualquer credibilidade entre um povo com discernimento com o qual tenhamos intimidade pastoral. Tal intimidade nos deixa vulnerável para sermos conhecidos por quem e o que nós realmente somos em relação à verdade salvadora na qual trafegamos. Em um relacionamento de pastor-rebanho caracterizado pela descrição bíblica, no qual intimidade mútua é essencial (João 10.14), integridade consistente e compreensiva é um imperativo para qualquer um que deseja ter um ministério que seja atrativo e de credibilidade. |
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